Introdução à Resolução Normativa 558 da ANS: O que é e qual é sua importância?

No cenário complexo da saúde suplementar no Brasil, a Resolução Normativa 558 (RN 558) da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) surge como um marco regulatório significativo. Promulgada em [inserir data de promulgação], esta resolução estabelece diretrizes cruciais para a interoperabilidade entre operadoras de planos de saúde e prestadores de serviços de saúde, visando aprimorar a qualidade da assistência médica e promover a eficiência operacional no setor.

Em termos simples, a RN 558 define padrões técnicos e requisitos para a troca de informações eletrônicas entre as partes envolvidas no sistema de saúde suplementar. Essa troca de dados é fundamental para garantir uma comunicação eficaz e transparente, facilitando o fluxo de informações relevantes para a prestação de serviços de saúde aos beneficiários dos planos.

A importância da RN 558 transcende sua natureza técnica, pois ela visa endereçar desafios sistêmicos que historicamente impactaram a qualidade e a eficiência dos serviços de saúde suplementar. Ao estabelecer diretrizes claras e padronizadas para a troca de informações, a resolução busca mitigar inconsistências, reduzir erros administrativos e promover uma gestão mais eficaz dos recursos disponíveis.

Neste artigo, exploraremos em detalhes os diferentes aspectos da RN 558, desde seus objetivos e propósitos até seus impactos potenciais no setor de saúde suplementar. Ao entendermos profundamente o significado e as implicações dessa resolução, estaremos mais bem equipados para analisar seu papel na transformação do panorama da saúde suplementar no Brasil.

Objetivos e propósitos da RN 558: Por que foi criada?

A Resolução Normativa 558 (RN 558) da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) foi elaborada com objetivos claros e propósitos bem definidos, refletindo a necessidade de endereçar desafios específicos no setor de saúde suplementar. Aqui estão os principais motivos pelos quais a RN 558 foi criada:

  • Promover a interoperabilidade: Um dos principais objetivos da RN 558 é facilitar a comunicação entre as operadoras de planos de saúde e os prestadores de serviços de saúde. A interoperabilidade é fundamental para garantir que as informações relevantes sobre os pacientes, tratamentos e procedimentos médicos possam ser trocadas de forma eficiente e precisa entre as partes envolvidas.
  • Padronizar os processos: Antes da implementação da RN 558, as operadoras e prestadores de serviços de saúde muitas vezes utilizavam sistemas e formatos de dados diferentes, o que dificultava a troca de informações e aumentava o risco de erros. A resolução estabelece padrões técnicos e requisitos para garantir que os processos de troca de informações sejam padronizados e interoperáveis em todo o sistema de saúde suplementar.
  • Melhorar a qualidade da assistência médica: Ao promover uma comunicação mais eficaz e transparente entre as operadoras e os prestadores de serviços de saúde, a RN 558 busca melhorar a qualidade da assistência médica prestada aos beneficiários dos planos de saúde. A troca de informações precisa e oportuna pode facilitar o acesso a tratamentos adequados, reduzir erros médicos e aumentar a segurança dos pacientes.
  • Reduzir custos e aumentar a eficiência: A padronização dos processos de troca de informações também pode contribuir para a redução de custos operacionais e o aumento da eficiência das operadoras e prestadores de serviços de saúde. Ao simplificar os fluxos de trabalho e minimizar a duplicação de esforços, a RN 558 pode ajudar a otimizar o uso de recursos e aprimorar a gestão financeira no setor de saúde suplementar.

Em resumo, a RN 558 foi criada para promover a interoperabilidade, padronizar os processos, melhorar a qualidade da assistência médica e aumentar a eficiência operacional no setor de saúde suplementar. Ao atingir esses objetivos, a resolução tem o potencial de transformar positivamente o panorama da saúde suplementar no Brasil, beneficiando tanto os pacientes quanto os diversos atores envolvidos no sistema.

Abrangência da RN 558: Quais são as partes envolvidas e como ela afeta operadoras e prestadores de serviços de saúde?

A Resolução Normativa 558 (RN 558) da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) tem uma abrangência significativa que afeta várias partes envolvidas no sistema de saúde suplementar. Aqui estão as principais partes envolvidas e como a RN 558 as afeta:

  1. Operadoras de Planos de Saúde: As operadoras de planos de saúde são diretamente impactadas pela RN 558, pois são responsáveis por fornecer informações precisas e oportunas sobre os beneficiários, procedimentos médicos, autorizações, faturamento e outros aspectos relacionados aos serviços de saúde. A resolução exige que as operadoras estejam em conformidade com os padrões técnicos e requisitos estabelecidos para a troca de informações com os prestadores de serviços de saúde.
  2. Prestadores de Serviços de Saúde: Os prestadores de serviços de saúde, incluindo hospitais, clínicas, laboratórios e profissionais de saúde, também são afetados pela RN 558. Eles devem ser capazes de receber e processar as informações fornecidas pelas operadoras de planos de saúde de acordo com os padrões estabelecidos. Isso envolve a integração de sistemas de informação e a adoção de práticas que garantam a precisão e a segurança dos dados.
  3. Beneficiários dos Planos de Saúde: Embora os beneficiários dos planos de saúde não sejam diretamente responsáveis pela implementação da RN 558, eles são indiretamente impactados por suas disposições. A resolução visa melhorar a qualidade da assistência médica prestada aos beneficiários, facilitando o acesso a tratamentos adequados, reduzindo erros médicos e garantindo uma comunicação mais eficaz entre as operadoras e os prestadores de serviços de saúde.
  4. Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS): Como órgão regulador do setor de saúde suplementar, a ANS é responsável por supervisionar a implementação e o cumprimento da RN 558. A agência fornece orientações, monitora o progresso e pode aplicar sanções às operadoras que não estejam em conformidade com os requisitos da resolução.

Em resumo, a RN 558 tem uma ampla abrangência que impacta operadoras de planos de saúde, prestadores de serviços de saúde, beneficiários dos planos de saúde e a própria ANS. Ao estabelecer padrões e requisitos para a troca de informações no sistema de saúde suplementar, a resolução busca promover uma comunicação mais eficaz, melhorar a qualidade da assistência médica e aumentar a transparência e eficiência do setor.

RN 558

Padrões técnicos estabelecidos pela Resolução Normativa 558.

A Resolução Normativa 558 (RN 558) da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) estabelece padrões técnicos detalhados para a troca de informações entre operadoras de planos de saúde e prestadores de serviços de saúde. Esses padrões são fundamentais para garantir a interoperabilidade e a integração eficaz dos sistemas de informação no setor de saúde suplementar. Aqui estão os principais padrões técnicos estabelecidos pela RN 558:

  • Padrões de comunicação: A RN 558 define os protocolos de comunicação que devem ser seguidos pelas operadoras de planos de saúde e prestadores de serviços de saúde para trocar informações eletrônicas de maneira segura e eficiente. Isso inclui protocolos como HL7 (Health Level Seven) para troca de mensagens de saúde e padrões de segurança de dados para proteger as informações dos pacientes.
  • Formatos de dados: A resolução estabelece os formatos de dados padronizados que devem ser utilizados para a troca de informações entre as partes envolvidas. Isso inclui a definição de estruturas de dados comuns para registros de pacientes, faturas médicas, autorizações de procedimentos, entre outros, garantindo a consistência e a interoperabilidade dos dados.
  • Identificação de beneficiários: A RN 558 define os padrões para a identificação única de beneficiários de planos de saúde, facilitando o rastreamento e o compartilhamento de informações sobre os pacientes entre as operadoras e os prestadores de serviços de saúde. Isso inclui a utilização de identificadores únicos, como o número de registro do beneficiário (IDB), para garantir a precisão e a integridade dos dados do paciente.
  • Processos de autorização e faturamento: A resolução estabelece os processos padronizados para autorização de procedimentos médicos, faturamento de serviços prestados e reembolso entre as operadoras de planos de saúde e os prestadores de serviços de saúde. Isso inclui a definição de fluxos de trabalho claros e transparentes, bem como a padronização de formatos de faturas e documentos relacionados à prestação de serviços de saúde.
  • Segurança da informação: A RN 558 estabelece requisitos rigorosos de segurança da informação para proteger os dados dos pacientes contra acesso não autorizado, uso indevido e divulgação não autorizada. Isso inclui a implementação de medidas de segurança, como criptografia de dados, autenticação de usuários e controle de acesso, para garantir a confidencialidade, integridade e disponibilidade das informações de saúde dos beneficiários.

Em resumo, os padrões técnicos estabelecidos pela RN 558 são fundamentais para garantir a interoperabilidade, segurança e integridade dos sistemas de informação no setor de saúde suplementar. Ao seguir esses padrões, as operadoras de planos de saúde e os prestadores de serviços de saúde podem trocar informações de forma eficiente e precisa, melhorando a qualidade da assistência médica prestada aos beneficiários dos planos.

Benefícios esperados da implementação da RN 558 para os pacientes e o sistema de saúde como um todo.

A implementação da Resolução Normativa 558 (RN 558) da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) promete trazer uma série de benefícios tanto para os pacientes quanto para o sistema de saúde como um todo. Aqui estão alguns dos benefícios esperados:

  1. Melhoria na qualidade da assistência médica: Com a padronização e interoperabilidade dos sistemas de informação entre operadoras de planos de saúde e prestadores de serviços de saúde, espera-se uma melhoria significativa na qualidade da assistência médica prestada aos pacientes. A troca eficiente de informações sobre históricos médicos, tratamentos e procedimentos médicos contribui para uma tomada de decisão mais informada e uma prestação de cuidados mais coordenada e personalizada.
  2. Redução de erros médicos: A troca de informações eletrônicas padronizadas e precisas pode ajudar a reduzir erros médicos, como prescrições incorretas, duplicação de exames e diagnósticos equivocados. Isso promove uma prática clínica mais segura e eficaz, garantindo melhores resultados de saúde para os pacientes.
  3. Acesso facilitado aos cuidados de saúde: Com processos mais eficientes e uma comunicação mais fluida entre as partes envolvidas, os pacientes podem ter acesso mais fácil aos cuidados de saúde de que necessitam. Autorizações de procedimentos mais rápidas, faturas mais precisas e fluxos de trabalho simplificados significam menos barreiras no caminho dos pacientes para receber tratamento oportuno e adequado.
  4. Maior transparência e controle: A implementação da RN 558 pode aumentar a transparência nos processos de autorização, faturamento e reembolso, permitindo que os pacientes acompanhem de perto suas despesas médicas e tenham um maior controle sobre sua própria saúde. Isso promove uma relação mais equilibrada e colaborativa entre pacientes, operadoras de planos de saúde e prestadores de serviços de saúde.
  5. Eficiência operacional: Além dos benefícios diretos para os pacientes, a implementação da RN 558 também pode trazer melhorias significativas na eficiência operacional para as operadoras de planos de saúde e os prestadores de serviços de saúde. Processos padronizados e automatizados podem reduzir custos administrativos, minimizar erros e otimizar o uso de recursos, resultando em uma gestão mais eficaz e sustentável do sistema de saúde.

Em resumo, a implementação da RN 558 tem o potencial de melhorar significativamente a experiência do paciente, promover uma prática clínica mais segura e eficaz e aumentar a eficiência operacional no sistema de saúde como um todo. Ao promover a interoperabilidade e a troca de informações entre as partes envolvidas, esta resolução busca alcançar um sistema de saúde mais integrado, transparente e centrado no paciente.

RN 558

Desafios e obstáculos na adoção e implementação da RN 558.

Embora a Resolução Normativa 558 (RN 558) da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) represente um avanço significativo para o setor de saúde suplementar, sua adoção e implementação não estão isentas de desafios e obstáculos. Aqui estão alguns dos principais:

  • Investimento em infraestrutura tecnológica: Muitas operadoras de planos de saúde e prestadores de serviços de saúde podem enfrentar desafios significativos na atualização de seus sistemas de informação para atender aos padrões técnicos estabelecidos pela RN 558. Isso pode exigir investimentos substanciais em infraestrutura tecnológica, treinamento de pessoal e integração de sistemas, representando um obstáculo financeiro e logístico.
  • Adaptação de processos internos: A implementação da RN 558 pode exigir mudanças significativas nos processos internos das operadoras de planos de saúde e dos prestadores de serviços de saúde. Isso pode incluir a revisão e atualização de políticas, procedimentos e fluxos de trabalho para garantir conformidade com os requisitos da resolução. A resistência à mudança e a falta de alinhamento entre as partes interessadas podem dificultar esse processo de adaptação.
  • Integração de sistemas heterogêneos: Muitas operadoras de planos de saúde e prestadores de serviços de saúde operam sistemas de informação heterogêneos e não padronizados. Integrar esses sistemas para garantir a interoperabilidade e a troca eficiente de informações pode ser um desafio técnico complexo, especialmente quando se trata de sistemas legados ou de fornecedores diferentes.
  • Segurança da informação: A troca de informações de saúde eletrônicas entre operadoras de planos de saúde e prestadores de serviços de saúde requer medidas robustas de segurança da informação para proteger os dados dos pacientes contra acesso não autorizado, uso indevido e divulgação não autorizada. Garantir a conformidade com os padrões de segurança estabelecidos pela RN 558 pode representar um desafio adicional para as partes envolvidas.
  • Cultura organizacional: A implementação bem-sucedida da RN 558 também requer uma mudança cultural nas operadoras de planos de saúde e nos prestadores de serviços de saúde, com um foco maior na colaboração, transparência e compartilhamento de informações. Superar a resistência à mudança e promover uma cultura organizacional centrada na interoperabilidade e na qualidade da assistência médica pode ser um desafio significativo.

Em resumo, a adoção e implementação da RN 558 enfrentam uma série de desafios e obstáculos, desde questões técnicas e logísticas até questões organizacionais e culturais. No entanto, superar esses desafios é fundamental para alcançar os benefícios esperados da resolução e promover uma saúde suplementar mais integrada, eficiente e centrada no paciente.

Como a Resolução Normativa 558 contribui para a transparência e qualidade da assistência médica.

A Resolução Normativa 558 (RN 558) da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) desempenha um papel fundamental na promoção da transparência e qualidade da assistência médica no contexto da saúde suplementar. Aqui estão algumas maneiras pelas quais a RN 558 contribui para esses objetivos:

  1. Troca transparente de informações: A RN 558 estabelece padrões técnicos para a troca de informações entre operadoras de planos de saúde e prestadores de serviços de saúde. Ao padronizar os formatos e protocolos de comunicação, a resolução promove uma troca transparente e eficiente de informações relevantes sobre os pacientes, tratamentos e procedimentos médicos. Isso permite uma visão mais completa do histórico médico dos pacientes e facilita uma tomada de decisão mais informada por parte dos profissionais de saúde.
  2. Acesso à informação para os pacientes: A RN 558 também promove a transparência ao garantir que os pacientes tenham acesso às informações sobre seus próprios cuidados de saúde. Ao estabelecer padrões para a disponibilização de informações de saúde eletrônicas aos pacientes, a resolução permite que eles acompanhem de perto seus tratamentos, resultados de exames e outras informações relevantes. Isso capacita os pacientes a participarem ativamente de suas próprias decisões de saúde e promove uma relação mais colaborativa entre pacientes e profissionais de saúde.
  3. Monitoramento e avaliação de indicadores de qualidade: A padronização da troca de informações facilitada pela RN 558 também é essencial para o monitoramento e avaliação de indicadores de qualidade da assistência médica. Com sistemas de informação interoperáveis e integrados, as operadoras de planos de saúde e os prestadores de serviços de saúde podem coletar, analisar e compartilhar dados de maneira mais eficiente, permitindo a identificação de tendências, padrões e oportunidades de melhoria na qualidade da assistência.
  4. Redução de erros e duplicações: Ao promover uma troca mais transparente e precisa de informações, a RN 558 ajuda a reduzir erros médicos, como prescrições incorretas, duplicações de exames e diagnósticos equivocados. Isso contribui para uma prática clínica mais segura e eficaz, garantindo melhores resultados de saúde para os pacientes.

Em resumo, a Resolução Normativa 558 desempenha um papel essencial na promoção da transparência e qualidade da assistência médica na saúde suplementar, ao estabelecer padrões para a troca de informações e garantir acesso às informações de saúde para os pacientes. Ao promover uma troca transparente e eficiente de informações, a RN 558 contribui para uma prática clínica mais segura, informada e centrada no paciente.

Tecnologias e sistemas de informação necessários para cumprir os requisitos da RN 558.

Para cumprir os requisitos estabelecidos pela Resolução Normativa 558 (RN 558) da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), são necessárias tecnologias e sistemas de informação robustos e integrados. Aqui estão algumas das principais tecnologias e sistemas de informação necessários para garantir conformidade com a RN 558:

  • Sistemas de Gestão de Informações de Saúde (HIS): Os sistemas de HIS são essenciais para a coleta, armazenamento e gestão de informações de saúde, incluindo registros médicos eletrônicos, históricos de pacientes, resultados de exames e outras informações clínicas. Esses sistemas devem ser capazes de garantir a integridade, confidencialidade e disponibilidade das informações, conforme exigido pela RN 558.
  • Sistemas de Registro Eletrônico de Saúde (EHR): Os sistemas de EHR permitem que os prestadores de serviços de saúde registrem, acessem e compartilhem informações de saúde dos pacientes de forma eletrônica. Esses sistemas devem ser interoperáveis e integrados com os sistemas das operadoras de planos de saúde, facilitando a troca de informações conforme exigido pela RN 558.
  • Sistemas de Autorização Eletrônica: Os sistemas de autorização eletrônica são essenciais para facilitar o processo de autorização de procedimentos médicos entre operadoras de planos de saúde e prestadores de serviços de saúde. Esses sistemas devem ser capazes de processar solicitações de autorização de forma eficiente e transparente, garantindo conformidade com os requisitos estabelecidos pela RN 558.
  • Sistemas de Faturamento Eletrônico: Os sistemas de faturamento eletrônico são necessários para gerar e enviar faturas eletrônicas para as operadoras de planos de saúde pelos serviços prestados pelos prestadores de serviços de saúde. Esses sistemas devem ser capazes de gerar faturas de acordo com os padrões estabelecidos pela RN 558, garantindo precisão e conformidade com os requisitos regulatórios.
  • Sistemas de Segurança da Informação: Os sistemas de segurança da informação são fundamentais para proteger os dados de saúde dos pacientes contra acesso não autorizado, uso indevido e divulgação não autorizada. Esses sistemas devem incluir medidas como criptografia de dados, controle de acesso e monitoramento de atividades para garantir a conformidade com os padrões de segurança estabelecidos pela RN 558.

Em resumo, para cumprir os requisitos da Resolução Normativa 558, as operadoras de planos de saúde e os prestadores de serviços de saúde precisam investir em tecnologias e sistemas de informação que garantam a interoperabilidade, segurança e integridade das informações de saúde dos pacientes. Esses sistemas devem ser capazes de facilitar a troca transparente e eficiente de informações, garantindo uma prática clínica segura e informada.

RN 558

Desafios comuns enfrentados pelas operadoras e prestadores de serviços na adaptação à RN 558.

A adaptação à Resolução Normativa 558 (RN 558) da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) pode apresentar uma série de desafios comuns para operadoras de planos de saúde e prestadores de serviços de saúde. Aqui estão alguns dos desafios mais comuns enfrentados por essas partes:

  1. Investimento em Tecnologia: A atualização dos sistemas de informação para atender aos padrões estabelecidos pela RN 558 pode exigir investimentos significativos em infraestrutura tecnológica, software e treinamento de pessoal. Para muitas operadoras e prestadores, esse investimento inicial pode representar um desafio financeiro significativo.
  2. Integração de Sistemas Heterogêneos: Muitas operadoras e prestadores de serviços de saúde operam sistemas de informação heterogêneos e não padronizados, o que pode dificultar a integração e interoperabilidade entre esses sistemas. A adaptação à RN 558 pode exigir esforços adicionais para integrar esses sistemas e garantir uma troca eficiente de informações.
  3. Mudança de Processos Internos: A conformidade com os requisitos da RN 558 pode exigir mudanças significativas nos processos internos das operadoras e prestadores de serviços de saúde. Isso pode incluir a revisão e atualização de políticas, procedimentos e fluxos de trabalho para garantir conformidade com os padrões estabelecidos pela resolução. Essa mudança pode encontrar resistência por parte dos funcionários e exigir um esforço adicional de treinamento e conscientização.
  4. Segurança da Informação: A proteção dos dados de saúde dos pacientes contra acesso não autorizado, uso indevido e divulgação não autorizada é uma preocupação central para as operadoras e prestadores de serviços de saúde. Garantir a conformidade com os padrões de segurança estabelecidos pela RN 558 pode representar um desafio adicional, exigindo investimentos em medidas de segurança da informação e tecnologias de proteção de dados.
  5. Alinhamento de Interesses: As operadoras de planos de saúde e os prestadores de serviços de saúde nem sempre têm os mesmos interesses e prioridades quando se trata da implementação da RN 558. Alcançar um consenso e colaboração entre essas partes pode ser um desafio, especialmente quando se trata de questões relacionadas a custos, responsabilidades e benefícios percebidos.

Em resumo, a adaptação à RN 558 pode apresentar uma série de desafios comuns para operadoras de planos de saúde e prestadores de serviços de saúde, incluindo investimentos em tecnologia, integração de sistemas, mudança de processos internos, segurança da informação e alinhamento de interesses. Superar esses desafios requer um compromisso conjunto e esforços coordenados entre as partes interessadas no sistema de saúde suplementar.

Conclusão: Resumo dos principais pontos discutidos e perspectivas para o futuro da interoperabilidade na saúde suplementar no Brasil.

A Resolução Normativa 558 (RN 558) da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) representa um marco importante na busca pela interoperabilidade e integração de sistemas de informação no setor de saúde suplementar no Brasil.

Ao estabelecer padrões técnicos e requisitos para a troca de informações entre operadoras de planos de saúde e prestadores de serviços de saúde, a RN 558 visa promover uma prática clínica mais segura, eficiente e centrada no paciente.

Ao longo deste artigo, discutimos os principais aspectos relacionados à RN 558, desde seus objetivos e propósitos até seus impactos potenciais no sistema de saúde suplementar. Identificamos desafios comuns enfrentados pelas operadoras e prestadores de serviços de saúde na adaptação à resolução, incluindo investimentos em tecnologia, integração de sistemas, mudança de processos internos e segurança da informação.

Apesar desses desafios, a implementação bem-sucedida da RN 558 oferece uma série de benefícios significativos para pacientes, operadoras de planos de saúde e prestadores de serviços de saúde. A interoperabilidade e integração de sistemas de informação podem melhorar a qualidade da assistência médica, reduzir erros médicos, facilitar o acesso aos cuidados de saúde e aumentar a eficiência operacional no setor.

Olhando para o futuro, é essencial continuar avançando na direção da interoperabilidade e integração de sistemas de informação na saúde suplementar. Isso inclui o desenvolvimento e a implementação de novas tecnologias, padrões e práticas que promovam uma troca eficiente e segura de informações entre todas as partes interessadas no sistema de saúde.

Além disso, é importante garantir que os benefícios da interoperabilidade sejam estendidos a todos os participantes do sistema de saúde, incluindo pacientes, profissionais de saúde, operadoras de planos de saúde e prestadores de serviços de saúde. Isso requer um compromisso contínuo com a colaboração, transparência e inovação no setor de saúde suplementar.

Em última análise, a interoperabilidade é fundamental para promover uma saúde suplementar mais integrada, eficiente e centrada no paciente no Brasil. Ao continuarmos a avançar nesse sentido, podemos melhorar significativamente a qualidade da assistência médica e os resultados de saúde para todos os envolvidos no sistema.

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Dulce Delboni Tarpinian

Dulce Delboni Tarpinian

Atuo há 20 anos no segmento de Contact Center. Em 2006 fundei a Estrutura Dinâmica empresa que oferece humanização, resolutividade e inovação no atendimento.
Dulce Delboni Tarpinian

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